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“A menina que escolheu o próprio nome.”

“A menina que escolheu o próprio nome é a mesma que decidiu ser feliz ao driblar as dificuldades da vida – que não foram poucas – e transformar cada uma em oportunidade. Desde a infância, Cátia Schnorr (47) encara a vida como uma dádiva que não pode ser desperdiçada com lamentos. A cozinheira autodidata faz sucesso com suas delícias, mais cursos e vídeos na internet. Ser alegre e ter força de vontade são seus ingredientes, assim como reinventar-se de tempos em tempos. Nascida Volmeres Regina Devitte, na pequena Nossa Senhora das Dores – interior de Nova Bréscia e hoje Coqueiro Baixo, ela acabou adotada por outra família, escolha de sua mãe, viúva e com outros dez filhos.

Os Meneghini buscaram a cavalo a menina suja e cheia de feridas de 1 ano e meio. Até os 4, a chamavam de Kika. O registro veio quando resolveram morar em Arroio do Meio. “Eu disse que queria ser chamada de Cátia”, conta. Oliva foi a mulher que a acolheu. “Ela foi minha mãe de coração. A senhora que não sabia escrever o próprio nome me ensinou com exemplos as noções de vida. Me incentivava a aprender tudo. Com seu meio salário de agricultora, mostrou como ter controle financeiro e deixar as contas sempre em dia. Todos dizem que tenho um anjo bom comigo. Eu tenho certeza que é ela que sempre zelou por mim.”

Obrigada O Informativo do Vale pela oportunidade em compartilhar minha história e o que amo, Lidiane Mallmann por registrar esse momento e Rita de Cássia, é claro, pelas palavras que emocionam.

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Cátia Schnorr



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